segunda-feira, junho 25, 2012

A CADA SOL QUE SE PÔR (03/07/04)

Vou andando descalço pelo chão de terra batida
Nos olhos uma serena tranqüilidade
doma meus sentidos em tom de divindade
fazendo valer a pena, a caminhada pela vida.

Sigo feliz, e a angústia vai sendo removida
pelo amor esclarecido que pulsa em verdade
Desfaço de todos os males, e a grotesca falsidade
posta em meu caminho, não é mais sentida.

Escravo liberto das armadilhas traiçoeiras!
Feitas para impedirem de entrar o amor
no coração cansado de queimar em fogueiras.

O Derradeiro grito de desespero há meses se dissipou
Agora a vida faz sentido e não existe mais fronteiras
para nós sermos felizes a cada sol que ali se pôr.
Alexsandro Menegueli Ferreira

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